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Workplace Trends

Qualidade de vida e transformação das cidades - parte 1

11/01/17 12:28

Conheça as “Comunidades 18 horas”, que unem, em um mesmo espaço, trabalho e moradia

 

Todos os anos a Sodexo faz um estudo sobre tendências relacionadas ao ambiente de trabalho no mundo todo, chamado Workplace Trends. A edição 2016 trata de uma série de tendências que estão se tornando realidade para profissionais de diferentes países e uma delas é a adaptação dos espaços urbanos à transformação causada por novos modelos de negócio, sobretudo os ligados a tecnologias digitais. Conheça, a seguir, as “Comunidades 18 Horas”, que unem, em um mesmo espaço, trabalho e moradia.

Histórias de transformação urbana

As cidades do mundo inteiro são incubadoras de ideias, misturando conceitos novos e antigos de urbanismo para criar experiências urbanas interessantes para moradores, trabalhadores, empresas e visitantes. Mais do que nunca, especialistas de diferentes áreas estão trabalhando juntos para criar e implantar novas tecnologias que estão transformando o ambiente urbano. As tecnologias inovadoras permitem a criação de novos modelos de negócios, que são predominantemente digitais. Elas geram diferentes tipos de cadeia de valor e oportunidades mais amplas em todos os setores.

Entre os especialistas que trabalham para transformar comunidades urbanas estão desenvolvedores, investidores, tecnólogos, desenvolvedores econômicos, empresários, planejadores urbanos, arquitetos, designers de interiores, varejistas, empreendedores, colegas de trabalho, planejadores de transporte e, por fim, profissionais de gerenciamento de imóveis e instalações. Esta é uma era caracterizada pela mistura desses conjuntos de habilidades variadas e, ao longo do trabalho dos especialistas, pela indistinção entre os espaços físicos e digitais no ambiente urbano.

Uma das novas tendências urbanas é a ascensão da cidade 18 horas, que está transformando os mercados imobiliários considerados de segunda classe em um lugar mais atrativo para investimento do que os grandes mercados 24 horas de Boston, Nova York, Washington, D.C., Seattle, da área da baía de São Francisco e da região sul da Califórnia, nos EUA. Cidades menores, como Nashville, Charlotte, Greenville, Indianápolis, Louisville, Portland, Austin e Raleigh/Durham, atraem pessoas que buscam um custo de moradia mais baixo e mais oportunidades de emprego no centro da cidade. Essas cidades são chamadas de cidades 18 horas que, ao contrário das 24 horas, fecham em algum momento do dia. As corporações, por sua vez, estão seguindo os talentos e abrindo ou expandindo instalações nesses locais.

Os especialistas em imóveis preveem que 2016 será o ano dessas cidades nos mercados secundários e terciários, nas quais os investidores/desenvolvedores não precisam necessariamente competir com o alto investimento estrangeiro que é feito nas áreas urbanas maiores. Um exemplo é a cidade 18 horas de Nashville, com várias universidades e uma economia diversificada, além de uma concentração de empregos nos setores de saúde e transporte no centro da cidade. A cidade também tem um ótimo cenário musical,  mobilidade a pé e um bom sistema de transporte. Todas essas características atraem novos talentos para o centro.

Essa tendência de tipos de moradia e trabalho é relevante para o local de trabalho porque possibilita uma conciliação melhor entre trabalho/vida/diversão nessas cidades em crescimento, já que antes essas atividades eram claramente separadas. Muitas pessoas moravam em uma casa nos subúrbios e precisavam pegar um trem ou ir de carro até a cidade para trabalhar ou se divertir. Com as corporações bem no meio de uma cidade, fica mais fácil fazer networking e promover a interação social entre os funcionários depois do trabalho, o que pode acontecer no escritório, se instalações adequadas forem fornecidas, ou “logo ao lado”, na região central que fica nas proximidades. No caso dos empregadores de grande porte, esse vínculo também pode ser promovido por meio da prestação de serviços adicionais para os funcionários (por exemplo, restaurantes, spas e serviços de portaria). Por meio da expansão de suas funções de uso diversificado, essas cidades 18 horas são atrativas para pessoas de todas as idades, inclusive para Millennials e Baby Boomers.

O artigo é de autoria de Nancy Johnson Sanquist (membro da IFMA e membro associado do AIA, estrategista de imóveis e locais de trabalho da Trimble) e de Diane Coles Levine (MCR, diretora executiva da Workplace Management Solution).

 

 

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