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Precisamos falar sobre burnout

O burnout passou a ser considerado um problema de saúde do trabalho. Veja no e-book como evitar um ambiente tóxico no trabalho e identificar se sua equipe corre risco

Como criar um ambiente livre de burnout

Embora você possa estar ouvindo falar mais sobre burnout nos últimos tempos, a síndrome não nasceu ontem. Na verdade, ela foi registrada pela primeira vez na década de 1970, quando o psicólogo americano Herbert J. Freudenberger, após longas e exaustivas horas de trabalho, autodiagnosticou-se.

Transtorno psíquico de caráter depressivo, o burnout tem sintomas parecidos com os do estresse no trabalho, da ansiedade e da síndrome do pânico, com uma diferença: eles foram provocados pela vida profissional da pessoa. A novidade é que, em 2022, a Síndrome de Burnout na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças, ou na CID-11, justamente como um fenômeno ocupacional, e não como uma doença médica específica. 

Na prática, os empregadores passam a ter mais responsabilidade pela saúde mental de seus funcionários. O que isso implica? Continue conosco neste artigo e você vai saber:

Os principais sintomas de burnout

De acordo com a definição atual do burnout, a síndrome ocorre quando as demandas do dia a dia no trabalho, os estressores (situações que provocam estresse) e nossas recompensas e propósitos estão desalinhados.

“O burnout é um fenômeno que tem três sintomas: 1) perda de energia ou exaustão física e mental, 2) distanciamento emocional do trabalho, aquilo que ocorre quando, por exemplo, o chamam para um happy hour e você não quer nem saber e 3) queda da eficácia profissional”, explica o psiquiatra Pedro Shiozawa, Chief Medical Officer e cofundador da Jungle Medical Sciences, uma empresa do Ecossistema Great Place to Work (GPTW).

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As principais causas do burnout

É comum as pessoas confundirem depressão e ansiedade com burnout. O psiquiatra Pedro ajuda a diferenciar: “O burnout é fruto do estresse crônico no ambiente de trabalho, que está ligado a quatro pontos”, explica. São eles: 

  • Demandas em excesso
  • Falta de suporte de gerentes
  • Ausência de recompensas
  • Falta de políticas de reconhecimento de burnout
 

“A pessoa que tem burnout está com o resto da vida
em ordem, mas é no trabalho que o negócio azeda.”

 

5 passos para reconhecer os riscos de burnout em sua equipe

O CEO da Jungle afirma que é possível investigar, em poucos passos, como está sua equipe. Se sua resposta for “sim” para dois ou mais quesitos positivos, há risco aumentado de maiores dificuldades.

 

1) Dimensão emocional

O colaborador parece irritado e sensível a críticas, demonstra uma perda atípica de confiança ou apresenta perda do senso de humor?

 

2) Dimensão cognitiva

Seu funcionário está cometendo mais erros do que o normal, tem problemas para tomar decisões ou não é capaz de se concentrar? Esteja atento a qualquer queda repentina e inexplicável de desempenho no trabalho.

 

3) Dimensão comportamental

Ele está agindo diferentemente da sua personalidade comum? Isso pode incluir atitudes como chegar atrasado, não fazer pausas para almoço, tirar uma folga não oficial, não entrar em brincadeiras no escritório, não cumprir prazos ou ficar mais introvertido ou extrovertido.

 

4) Dimensão física

O colaborador exibe sintomas físicos como um resfriado constante e cansaço no trabalho, aparenta não ter feito nenhum esforço com a sua aparência ou perda/ganho de peso rápido?

 

5) Dimensão de negócios

A nível empresarial, preste atenção no aumento das ausências ou rotatividade do pessoal. Você notou funcionários trabalhando mais horas ou uma queda geral nos níveis de motivação e produtividade?

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Como criar um ambiente livre de burnout?

 

O clima do ambiente de trabalho é essencial não apenas para prevenir o surgimento da Síndrome de Burnout, mas também para possibilitar que eventuais casos sejam identificados e encaminhados precocemente para a área de Recursos Humanos ou de Saúde Ocupacional.

Preparamos um e-book especialmente para você com tudo o que sua empresa precisa saber sobre a Síndrome de Burnout:

  • Qual a diferença entre burnout, ansiedade e depressão?
  • Qual a responsabilidade das empresas?
  • Como criar um “ambiente burnout free”?
  • O que as lideranças têm com isso?
  • Como monitorar a saúde dos colaboradores?
  • Como lidar com o colaborador com burnout?
  • Qual a importância dos benefícios corporativos?
 

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