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Gestão de negócios

Como driblar os gaps de formação e ficar com os melhores talentos?

A resposta está no desenvolvimento de pessoas. Entenda por que e descubra quais são as melhores soluções

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Imagine que você encontrou o profissional perfeito para sua empresa. Ou quase perfeito... Isso porque o candidato tem bagagem e experiência na área, habilidades notáveis, um perfil que contribuirá para deixar a sua equipe mais diversa e muitas outras qualificações e competências daquela extensa lista de pré-requisitos da vaga.

Porém, ele não tem inglês fluente, uma exigência para o cargo. Diante disso, o que fazer? É exatamente o que abordaremos neste artigo. Você vai ver:

 

Por que é vital investir nos talentos?

Cada vez mais, as empresas estão assimilando que é preciso flexibilizar alguns pontos e investir mais em pessoas. Isso porque gaps de formação, como não ter fluência em inglês, podem ser simples de corrigir. Por exemplo: oferecer um benefício flexível que permite ao funcionário fazer um curso resolveria essa questão facilmente.

Dessa forma, saem ganhando o candidato, que tem a oportunidade de desenvolver uma nova competência, e a empresa, que conquista e tem mais chances de fidelizar seus talentos.

Aliás, saiba que esse é um problema global. Um estudo da IBM Institute for Business Value (IBV) apontou que 45% dos executivos entrevistados alegam não encontrar os profissionais com as habilidades requeridas. É hora de reprogramar as expectativas e rever as exigências para a contratação.

Os gaps muito além do recrutamento

Entretanto, vale ressaltar que essa percepção não está acontecendo somente no campo de Talent Acquisition. O investimento em pessoas vem sendo colocado como ponto estratégico das companhias, que passam a olhar para cada profissional com interesse em desenvolvê-lo para que ele possa dar o seu melhor.

A régua para medir as experiências de cada colaborador já contratado está aí, com o People Analytics. Com o advento da tecnologia e a posse de dados valiosos, o RH pode identificar as lacunas e oferecer experiências personalizadas. Ou seja, é possível fazer um mapeamento de competência das equipes e traçar estratégias certeiras.

Há ainda um outro ponto relevante que vem estimulando os gestores a repensarem essa história de preencher pré-requisitos à risca. O mercado vive hoje uma transformação brusca e há novas funções sendo criadas para as quais ainda nem existem formações específicas. É o chamado fenômeno de skill gap.

Nesse caso, cabe à empresa qualificar seus profissionais com cursos de desenvolvimento, reciclagem e capacitar os colaboradores mais interessados para as demandas atuais.

A solução está cada vez mais clara: investir em pessoas é fundamental para alcançar as metas do negócio.

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Concluindo

Detectados os gaps é possível traçar estratégias para melhorar a qualidade e elevar a performance dos colaboradores. Há diversos meios para desenvolver competências, como trilhas de conhecimento, treinamentos, cursos e palestras. Estamos falando de um processo contínuo de aprimoramento que precisa ser acompanhado de perto pelo RH.

De forma geral, uma boa política de benefícios já dá conta de pôr fim à questão, com opções flexíveis  que permitem mostrar valor ao profissional e engajá-lo. Ou seja, os benefícios podem ser grandes aliados do negócio nas estratégias de capacitação e desenvolvimento de pessoas.

A Sodexo, que tem uma forte preocupação em cobrir esses gaps internos e de seus parceiros, ajuda a sua empresa a desenvolver o pacote de benefícios mais adequado, fazendo com que o seu negócio seja mais competitivo na guerra por talentos. Conte conosco!

 

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